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Amanda, Ágatha e Fidel "Sempre
fui apaixonada por animais, desde pequena. Minha mãe diz que é porque
quando eu nasci ela tinha uma vira-lata, a "King", que não saía
do lado do meu berço. Mas sei lá, acho que é algo de índole, de alma.
Não sei explicar não. Na
minha casa sempre tivemos animais de estimação, cães e gatos. Aprendi
com a minha família a amar os animais e a cuidar bem deles -
alguns deles bem até demais, tivemos um poodle que até falava… Mas
algumas perdas - uma pastora preta (a Misti) e um gato "sialata"
(o Buddy), que morreram de doenças congênitas fizeram com que
endurecessem com relação à ter animais |
Fidel feliz da vida dormindo com a sua nova irmãzinha na casa nova |
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Mais recentemente, cruzei com outra pastora, definhando e grávida no acostamento da Rodovia Anchieta… não pude passar direto. Apesar de toda a dificuldade que é trazer um animal da rua pra dentro de casa (tenho que assumir…), a Nina hoje está linda, feliz, e nos faz muito mais feliz, a cada dia que aprende algo novo, como brincar e ganhar carinho, hehehe Quando
saí de casa para viver com meu atual marido, sentíamos falta de alegria
na casa. Mais uma vez, meu coração pedindo pra ter um bichinho, pois as
cachorras ficaram vivendo na "casa da vovó", que tinha mais
espaço. Como nós ficávamos fora o dia todo trabalhando, optamos por um gato, que é mais auto-suficiente. Adotamos então a Ágata, "frajolinha" que derreteu nosso coração desde a primeira vez que a gente pegou ela no colo. |
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na sua frente, fazendo que você não passe sem pagar o "pedágio" de dar um carinho na pançona dela, hahaha! Tentamos trazer a Maya para viver em casa, e as duas deram um show: de altruísmo, de solidariedade, de amor ao próximo. Ágata e Maya demoraram um pouco, mas ao final e duas semanas já estavam brincando, fazendo carinho, dormindo juntas. Pensem bem: uma gatinha filhote de rua e uma pastora alemã, adulta: dividindo o mesmo espaço por amor e respeito aos donos…. A humanidade tem muito a aprender com os bichos! Eis que minha mãe muda para o interior, para uma casa com um terreno enorme. Mesmo com aperto no coração deixei a Maya ir morar lá, pois sei que ela será muito mais feliz, apesar da saudade que eu e ela sentimos. Daí a Ágata ficou sozinha, então decidimos adotar mais um gatinho… coração de mãe sempre cabe mais um! E convenhamos né, onde come um, comem dois… Foi
aí que soubemos através de uma grande amiga e também |
Ágatha e Fidel: amizade para a vida toda. |
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apaixonada
por bichos, a Vera, que a Fabi estava com 15 gatos em
sua casa para doar, na margem do desespero! Ah, era aí mesmo que iríamos
descobrir nosso próximo "filho". Entramos em contato com a Fabi
e ela nos apresentou o então chamado "Ivan". Tinha que ser
machinho, pois meu marido não agüenta mais tanta mulher em volta dele,
hehehe. Ah, foi amor à primeira vista! Depois de umas duas semanas de:
formulário vai, e-mail vem… Finalmente dia 03/03/07 o gatinho veio
viver com a gente. A Fabi fez uma visita à nossa casa, pra garantir que
ele estaria mesmo seguro, e ali mesmo ele ficou… Que
coisa mais carinhosa, melosa, bagunceira que ele é! Demonstrou tanta
coragem e "compañerismo", que hoje ele chama Fidel.
Olha, pra "dobrar" a Ágata não deve ter sido fácil não. Ela
era filha única, né? Mas nem quatro dias depois, os dois já estavam lá,
brincando, correndo pela casa até cair de cansaço, dormindo juntinhos…
mais uma vez, mostraram que entendem muito mais de solidariedade e convivência
que nós, humanos. Nossa
casa está cheia de alegria, movimento, amor. Os gatinhos são parte da
nossa família e serão os companheiros dos filhos que certamente teremos,
Nós
recomendamos à todos à nossa volta que adotem animais - nem tanto pelos
próprios animais, pois existem pessoas como a Fabi por aí que sempre vão
cumprir o papel que a sociedade não cumpre em cuidar e encaminhar esses
bichos - mas sim pelas próprias pessoas que no mínimo, vão ter sempre
um amigo fiel e extremamente grato pelo carinho e cuidado que você
dedicar. Lembrando as palavras de São Francisco de Assis: "Todas as
coisas da criação são filhos do Pai e irmãos do homem... Deus quer que
ajudemos aos animais, se necessitam de ajuda. Toda criatura em desgraça
tem o mesmo direito a ser protegida." |
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O Mopi é um grupo independente sem fins lucrativos de proteção aos animais da cidade de São Paulo - SP. Nosso ideal é conscientizar a população e promover a tríade: castração, domiciliação e educação. |
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